Dormir bem não é um privilégio, ainda que muitas vezes pensemos assim. Rotinas de vida exigentes, o ritmo da sociedade moderna ou hábitos mais desleixados com o sono ameaçam essa atividade biológica fundamental (como comer ou beber água) que é dormir.
O sono é uma atividade cerebral (e não apenas um tempo vazio de repouso) complexa em perfeita continuidade com atividade consciente quando estamos acordados. Disso se fez prova quando se registou graficamente pela primeira vez, no século XX, por meio de elétrodos sobre o crânio, a atividade elétrica desempenhada pelo cérebro enquanto se dorme.
Hoje sabemos que as diferentes fases dessa atividade têm as suas funções, não só na manutenção do bom funcionamento do cérebro, mas para todo o organismo, como o aparelho cardíaco e imunitário. Essa é mais uma razão para darmos a maior importância ao sono e às doenças que o afetam – que podem ser de diversos tipos, nomeadamente Neurológico, Respiratório, ou Psicológico.
Mas os problemas de sono não se mostram apenas nas insónias, nem no momento adormecer, ou pelo tempo que se dorme. Podem envolver outras funções desajustadas do sono até ao acordar. A sensação de “continuar a trabalhar durante o sono” é um exemplo disso. A fase do sono chamada de “movimentos oculares rápidos” ou “REM” é aquela em que se produzem os sonhos. Estes fenómenos continuam a gerar muita surpresa, e por vezes malestar, quando sinalizam que a nossa boa saúde mental está em risco ou já a padecer.
Perceber que doenças perturbam o sono e tratar com o método adequado, de entre várias tipologias, é um processo sério e rigoroso.
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